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Mini Transmissor FM

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Deleted lines 1-2:

Em construção

January 29, 2008, at 08:02 PM by 143.106.35.156 -
Changed lines 199-200 from:

Da mesma maneira solde o resistor de 27K&#937, aquele que tem a sequência de cores: vermelho, violeta, laranja. Faça os pés e solde um pé no ret. 4 e um pé no ret.1. Veja como ficam os três resistores nos seus respectivos lugares.

to:

Da mesma maneira solde o resistor de 27KΩ, aquele que tem a sequência de cores: vermelho, violeta, laranja. Faça os pés e solde um pé no ret. 4 e um pé no ret.1. Veja como ficam os três resistores nos seus respectivos lugares.

Changed lines 217-218 from:

Encontre agora os dois capacitores de 0,01µF, aqueles em que está escrito o número 103 (é bem pequeno, talvez precise de uma lente de aumento para ler). Faça os pés nesses capacitores. Um deles deve ser fixado com um pé no ret.1 e outro no ponto de solda que está logo à esquerda. O outro deve ser soldado com um pé no ret.4 (onde já fixamos um pé do resistor de 27K&#937) e outro no ponto de solda que está abaixo dele (que ainda está livre). Ficam assim:

to:

Encontre agora os dois capacitores de 0,01µF, aqueles em que está escrito o número 103 (é bem pequeno, talvez precise de uma lente de aumento para ler). Faça os pés nesses capacitores. Um deles deve ser fixado com um pé no ret.1 e outro no ponto de solda que está logo à esquerda. O outro deve ser soldado com um pé no ret.4 (onde já fixamos um pé do resistor de 27KΩ) e outro no ponto de solda que está abaixo dele (que ainda está livre). Ficam assim:

January 29, 2008, at 08:00 PM by 143.106.35.156 -
Added line 142:

January 29, 2008, at 08:00 PM by 143.106.35.156 -
Added line 129:

Changed lines 132-133 from:

Primeiro vamos montar a base do transmissor com a placa de cobre. Essa placa tem um lado de cobre, que é condutor, e o outro de resina. O lado condutor deve ficar para cima. Você precisa agora de um pedaço grande de mais ou menos 5 por 5,5cm, e cinco retangulinhos pequenos de mais 10 por 8 mm. Para cortar a placa é necessário medir e marcá-la com o estilete, até criar um sulco profundo o suficiente para que a placa quebre no lugar certo. Uma serrinha tico-tico pequena pode ser útil, mas se não tiver uma, o estilete resolve.

to:

Primeiro vamos montar a base do transmissor com a placa de cobre. Essa placa tem um lado de cobre, que é condutor, e o outro de resina. O lado condutor deve ficar para cima. Você precisa agora de um pedaço grande de mais ou menos 5 por 5,5cm, e cinco retangulinhos pequenos de mais 10 por 8 mm. Para cortar a placa é necessário medir e marcá-la com o estilete, até criar um sulco profundo o suficiente para que a placa quebre no lugar certo. Uma serrinha tico-tico pequena pode ser útil, mas se não tiver uma, o estilete resolve.

Changed lines 144-146 from:

Pingue uma gotinha de cola na placa grande e posicione o pedacinho pequeno em cima da cola, com cuidado para não colar os dedos. Se tentar pingar cola no pedacinho pequeno segurando-o entre os dedos, vai acabar colando o pedaço de placa na sua mão, o que não ajuda a montagem e o bom funcionamento do seu transmissor. A base do seu transmissor deve ficar assim: (imagem).

to:

Pingue uma gotinha de cola na placa grande e posicione o pedacinho pequeno em cima da cola, com cuidado para não colar os dedos. Se tentar pingar cola no pedacinho pequeno segurando-o entre os dedos, vai acabar colando o pedaço de placa na sua mão, o que não ajuda a montagem e o bom funcionamento do seu transmissor. A base do seu transmissor deve ficar assim.

Added lines 150-159:

3. Faça a sua própria bobina!

Pegue seu fio de cobre de 8mm. A bobina é uma espiral de 4 voltas, com mais ou menos 5 mm de diâmetro. O jeito mais fácil de fazer isso usando o plug de áudio como molde. Enrole 4 voltas de fio de cobre envolta do seu plug, bem justas, assim:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo3.png

Olhando de cima você vê 4 vezes o fio. Se achar que não ficou bom, desenrole e enrole novamente. Corte as pontas e faça "pés" na sua bobina. Retire-a do plug com cuidado para não amassar. Para que depois a bobina possa ser soldada, você precisa lixar um pouco os pés da bobina para retirar uma camada plástica que protege o fio de cobre. Isso pode ser feito raspando os pés com um estilete.

Changed lines 179-190 from:

5. Faça a sua própria bobina!

Pegue seu fio de cobre de 8mm. A bobina é uma espiral de 4 voltas, com mais ou menos 5 mm de diâmetro. O jeito mais fácil de fazer isso usando o plug de áudio como molde. Enrole 4 voltas de fio de cobre envolta do seu plug, bem justas, assim:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo3.png

Olhando de cima você vê 4 vezes o fio. Se achar que não ficou bom, desenrole e enrole novamente. Corte as pontas e faça “pés” na sua bobina. Retire-a do plug com cuidado para não amassar. Para que depois a bobina possa ser soldada, você precisa lixar um pouco os pés da bobina para retirar uma camada plástica que protege o fio de cobre. Isso pode ser feito raspando os pés com um estilete.

6. Solde o resistor de 10KΩ

to:

5. Solde o resistor de 10KΩ.

Changed lines 193-194 from:

7. Solde os resistores de 470 Ohm e 27KΩ

to:

6. Solde os resistores de 470Ω e 27KΩ.

Changed lines 205-207 from:

8. Solde o capacitor de 10pF

to:

7. Solde o capacitor de 10pF.

Changed lines 214-216 from:

9. Solde os capacitores de 0,01uF

Encontre agora os dois capacitores de 0,01uF, aqueles em que está escrito o número 103 (é bem pequeno, talvez precise de uma lente de aumento para ler). Faça os pés nesses capacitores. Um deles deve ser fixado com um pé no ret.1 e outro no ponto de solda que está logo à esquerda. O outro deve ser soldado com um pé no ret.4 (onde já fixamos um pé do resistor de 27K&#937) e outro no ponto de solda que está abaixo dele (que ainda está livre). Ficam assim:

to:

8. Solde os capacitores de 0,01µF.

Encontre agora os dois capacitores de 0,01µF, aqueles em que está escrito o número 103 (é bem pequeno, talvez precise de uma lente de aumento para ler). Faça os pés nesses capacitores. Um deles deve ser fixado com um pé no ret.1 e outro no ponto de solda que está logo à esquerda. O outro deve ser soldado com um pé no ret.4 (onde já fixamos um pé do resistor de 27K&#937) e outro no ponto de solda que está abaixo dele (que ainda está livre). Ficam assim:

Changed lines 220-224 from:

No caso dos capacitores que acabamos de soldar, o de 10pF, e os de 0,01uF, os pés são iguais, note que as peças tem as duas pernas do mesmo tamanho. Assim, não importa o lado em que soldamos cada pé desses capacitores.

10. Soldando o capacitor polarizado.

to:

No caso dos capacitores que acabamos de soldar, o de 10pF, e os de 0,01µF, os pés são iguais, note que as peças tem as duas pernas do mesmo tamanho. Assim, não importa o lado em que soldamos cada pé desses capacitores.

9. Soldando o capacitor polarizado.

Changed lines 232-233 from:

11. Solde o capacitor variável.

to:

10. Solde o capacitor variável.

Changed lines 240-241 from:

12. Soldando a bobina.

to:

11. Soldando a bobina.

Changed lines 248-249 from:

13. Solde os fios da bateria.

to:

12. Solde os fios da bateria.

Changed lines 256-257 from:

14. Solde a entrada de áudio.

to:

13. Solde a entrada de áudio.

Changed lines 266-267 from:

15. Fixando a antena.

to:

14. Fixando a antena.

Changed lines 274-275 from:

16. Solde o transistor BC337.

to:

15. Solde o transistor BC337.

Added line 279:
Changed lines 286-287 from:

17. Testando o transmisor.

to:

16. Testando o transmisor.

Added line 295:
Added line 307:
Added line 309:
Deleted lines 115-117:

(imagem 2)

Deleted lines 120-122:

(imagem 1)

Added line 126:
Deleted lines 128-129:

(imagem 3)

Added line 136:
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Added line 192:
Added line 204:
Added lines 210-211:
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Added lines 226-227:
Added lines 233-234:
Added lines 240-241:
Added lines 247-248:
Added lines 256-257:
Added lines 263-264:
Added lines 273-274:
Added lines 281-282:
Changed lines 78-80 from:
to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/ingredientes.png

Added lines 92-93:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/ferramentas.png

Changed lines 114-115 from:

1. Prepare-se.

to:

Prepare-se.

Changed lines 122-123 from:

2. Cheque a lista.

to:

Cheque a lista.

Changed lines 129-131 from:

3. Corte a placa.

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/componente.png

1. Corte a placa.

Changed lines 136-137 from:
to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo1.png

Changed lines 143-144 from:

4. Monte a placa.

to:

2. Monte a placa.

Changed lines 146-147 from:

(imagem).

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo2.png

Changed lines 152-160 from:

Para facilitar as instruções de montagem vamos dar nomes/números aos retângulinhos.

5. Pontos de solda.

Para facilitar a soldagem das peças, vamos preparar a base pingando solda em alguns pontos precisos, onde depois serão soldadas as peças. Temos que cobrir com uma fina camada de solda a superfície de cada um do retângulinhos pequenos, e deixar pontos precisos de solda na placa de baixo. Para facilitar vamos atribuir uma letra (A,B,C...) a cada ponto de solda. Veja o mapa dos pontos de solda:

(imagem)

to:

Para facilitar as instruções de montagem vamos dar números aos retângulinhos, de 1 a 5, da esquerda para a direita, começando pela fileira de cima na posição da foto.

4. Pontos de solda.

Para facilitar a soldagem das peças, vamos preparar a base pingando solda em alguns pontos precisos, onde depois serão soldadas as peças. Temos que cobrir com uma fina camada de solda a superfície de cada um do retângulinhos pequenos.

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo4.png

Também é possível deixar pontos precisos de solda na placa de baixo. (falta imagem)

Changed lines 169-174 from:
 (imagem).

Eis a sua a placa já com os pontos de solda:

(imagem)

to:
Changed line 173 from:

6. Faça a sua própria bobina!

to:

5. Faça a sua própria bobina!

Changed lines 176-177 from:

(imagem)

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo3.png

Changed lines 179-187 from:

para retirar uma camada plástica que protege o fio de cobre. Isso pode ser feito raspando os pés com um estilete. Assim:

(imagem)

Eis a sua bobina pronta (deixe-a de lado junto com as outras peças): (imagem).

7. Solde o resistor de 10KΩ

to:

para retirar uma camada plástica que protege o fio de cobre. Isso pode ser feito raspando os pés com um estilete.

6. Solde o resistor de 10KΩ

Changed lines 189-190 from:

(imagem)

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo5.png

Changed lines 195-196 from:

8. Solde os resistores de 470 Ohm e 27KΩ

to:

7. Solde os resistores de 470 Ohm e 27KΩ

Changed lines 202-203 from:

(imagem)

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo6.png

Changed line 206 from:

10. Solde os capacitores de 10pF

to:

8. Solde o capacitor de 10pF

Changed lines 209-211 from:

11. Solde o capacitor de 0,01uF

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo7.png

9. Solde os capacitores de 0,01uF

Changed lines 214-215 from:

(imagem)

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo8.png

Changed line 218 from:

12. Soldando o capacitor polarizado.

to:

10. Soldando o capacitor polarizado.

Changed lines 221-223 from:

(imagem)

13. Solde o capacitor variável.

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo9.png

11. Solde o capacitor variável.

Changed lines 226-233 from:

(imagem)

14. Soldando a bobina.

A bobina é aquela mesma que você fabricou com o fio de cobre no "passo 6". Verifique de os pés de sua bobina estão bem lixados para que grudem bem na solda. Ela deve ser soldada entre o ret.1 e o ret.2. Você pode fazer isso usando o mesmo jack que você usou para moldar a bobina segurando-a assim, em vez de usar um alicate. Com um alicate você pode terminar amassando a bobina. Não segure com os dedos, a bobina esquenta. Talvez seja necessário acrescentar um pingo de solda. Se não estiver grudando, lixe melhor os pés da bobina.

(imagem)

15. Solde os fios da bateria.

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo10.png

12. Soldando a bobina.

A bobina é aquela mesma que você fabricou com o fio de cobre no "passo 6". Verifique de os pés de sua bobina estão bem lixados para que grudem bem na solda. Ela deve ser soldada entre o ret.1 e o ret.2. Você pode fazer isso usando o mesmo plugue que você usou para moldar a bobina segurando-a assim, em vez de usar um alicate. Com um alicate você pode terminar amassando a bobina. Não segure com os dedos, a bobina esquenta. Talvez seja necessário acrescentar um pingo de solda. Se não estiver grudando,lixe melhor os pés da bobina.

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo11.png

13. Solde os fios da bateria.

Changed lines 236-242 from:

(imagem)

16. Solde a entrada de áudio.

O sinal de áudio vai entrar no transmissor através de um cabo que sai de um jack pequeno. Desencape a ponta desse cabo, retirando a camada de plástico externa. Você verá então que o cabo consiste em um (mono) ou dois (estéreo) fios encapados envoltos por uma redinha de fios metálicos trançados. Separe esses fios metálicos e enrole-os formando um fio separado. Desencape as pontas do(s) fio(s) interno(s). Se houver dois, enrole essas pontas formando uma só. Agora solde a ponta do fio interno ao ret.3, e solde a ponta dos fios externos á placa-base, num ponto de solda logo cima, assim:

(imagem)

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo12.png

14. Solde a entrada de áudio.

O sinal de áudio vai entrar no transmissor através de um cabo que sai de um plugue pequeno. Desencape a ponta desse cabo, retirando a camada de plástico externa. Você verá então que o cabo consiste em um (mono) ou dois (estéreo) fios encapados envoltos por uma redinha de fios metálicos trançados. Separe esses fios metálicos e enrole-os formando um fio separado. Desencape as pontas do(s) fio(s) interno(s). Se houver dois, enrole essas pontas formando uma só. Agora solde a ponta do fio interno ao ret.3, e solde a ponta dos fios externos á placa-base, num ponto de solda logo cima, assim:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo13.png

Changed line 245 from:

17. Fixando a antena.

to:

15. Fixando a antena.

Changed lines 248-250 from:

(imagem)

18. Solde o transistor BC337.

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo14.png

16. Solde o transistor BC337.

Changed lines 253-254 from:

(imagem)

to:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo15.png http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/transistor.png

Changed lines 258-261 from:

19. Testando o transmisor.

to:

17. Testando o transmisor.

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo16.png

Added line 278:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/caixinha.png

Added line 280:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/bateria.png

Changed lines 282-284 from:
 300/frequência x 25 = comprimento em centímetros. Mas como a frequência varia muito...
to:
 300/frequência x 25 = comprimento em centímetros. Corte sua antena no comprimento adequado.

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/passo17.png

Changed lines 180-181 from:

7.Solde o resistor de 10KΩ

to:

7. Solde o resistor de 10KΩ

Changed lines 193-195 from:

8. Solde os resistores de 470&#937 e 27KΩ

O resistor de 470 Ohm é aquele que tem a seguinte série de cores: amarelo, violeta, marrom. Dobre as pernas dele para fazer os pezinhos. Este r deve ser soldado entre o ret.5 e o ponto de solda que está logo abaixo dele. Repita o procedimento anterior para fixar os pés com a

to:

8. Solde os resistores de 470 Ohm e 27KΩ

O resistor de 470 Ohm é aquele que tem a seguinte série de cores: amarelo, violeta, marrom. Dobre as pernas dele para fazer os pezinhos. Este resistor deve ser soldado entre o ret.5 e o ponto de solda que está logo abaixo dele. Repita o procedimento anterior para fixar os pés com a

Changed line 246 from:

18. Solde o transistor BC337

to:

18. Solde o transistor BC337.

Changed line 253 from:

19. Testando o transmisor

to:

19. Testando o transmisor.

January 29, 2008, at 06:56 PM by juju - completei o passo a passo segundo o manual de Lotte.
Added lines 14-15:
Changed lines 185-186 from:

soldado no retângulinho (ret.) 4, o outro pé será soldado no ponto de solda A, assim.

to:

soldado no retângulinho (ret.) 4, o outro pé será soldado no ponto de solda logo abaixo dele, assim:

Changed line 189 from:

Esquente com o ferro a solda que cobre o ret. 4 e fixe aí um dos pés do resistor. Depois esquente o ponto de solda A e fixe o outro pé. Talvez

to:

Esquente com o ferro a solda que cobre o ret. 4 e fixe aí um dos pés do resistor. Depois esquente o ponto de solda e fixe o outro pé. Talvez

Changed lines 193-198 from:

8. Solde o resistor de 470Ω

É aquele que tem a seguinte série de cores: amarelo, violeta, marrom. Dobre as pernas dele para fazer os pezinhos. Este resistor de 470 Ohm deve ser soldado entre o ret.5 e o ponto de solda X que está logo abaixo dele. Repita o procedimento anterior para fixar os pés com a solda. Assim:

to:

8. Solde os resistores de 470&#937 e 27KΩ

O resistor de 470 Ohm é aquele que tem a seguinte série de cores: amarelo, violeta, marrom. Dobre as pernas dele para fazer os pezinhos. Este r deve ser soldado entre o ret.5 e o ponto de solda que está logo abaixo dele. Repita o procedimento anterior para fixar os pés com a solda.

Da mesma maneira solde o resistor de 27K&#937, aquele que tem a sequência de cores: vermelho, violeta, laranja. Faça os pés e solde um pé no ret. 4 e um pé no ret.1. Veja como ficam os três resistores nos seus respectivos lugares.

Changed lines 202-208 from:

9. Solde o resistor de 27KΩ

É o que tem a a sequência de cores: vermelho, violeta, laranja.

Faça os pés e solde um pé no ret. 4 e um pé no ret.1. Assim:

to:

quanto mais curtos forem os "pés" das peças soldadas, melhor será a capacidade de transmissão do seu transmisor.

10. Solde os capacitores de 10pF

Encontre a peça, pequena, de cabeça redonda, onde se lê "10pF" (dez pico-farads) ou 10. Ele é parecido com o de 0,01uF que vem com o número 103 escrito nele, e que soldaremos a seguir. Faça os pés no capacitor. Este capacitor de 10 pF deve ser soldado com um pé no ret.2 e outro pé no ret.5.

11. Solde o capacitor de 0,01uF

Encontre agora os dois capacitores de 0,01uF, aqueles em que está escrito o número 103 (é bem pequeno, talvez precise de uma lente de aumento para ler). Faça os pés nesses capacitores. Um deles deve ser fixado com um pé no ret.1 e outro no ponto de solda que está logo à esquerda. O outro deve ser soldado com um pé no ret.4 (onde já fixamos um pé do resistor de 27K&#937) e outro no ponto de solda que está abaixo dele (que ainda está livre). Ficam assim:

Changed lines 212-216 from:

10.

to:

No caso dos capacitores que acabamos de soldar, o de 10pF, e os de 0,01uF, os pés são iguais, note que as peças tem as duas pernas do mesmo tamanho. Assim, não importa o lado em que soldamos cada pé desses capacitores.

12. Soldando o capacitor polarizado.

Ao contrário dos anteriores, este capacitor tem um polo negativo e outro positivo. Note que a polaridade está indicada na peça, uma faixa de cor diferente (possivelmente branca) com um sinal de "menos": este é o lado negativo. Veja também que as pernas tem tamanho diferente: a do lado negativo é mais curta. Faça os pés no capacitor polarizado e solde o pé do lado negativo no ret.3 e o pé do lado positivo no ret.4, como na figura.

(imagem)

13. Solde o capacitor variável.

Com este capacitor é que você vai regular a frequência do seu transmissor. Encontre-o, é uma peça pequena com trê pés. Dobre os pés do capacitor para fora. O pé do meio deve ser soldado sobre o ret.2, e os outros dois devem ser soldados na placa de cobre (base). Cuidado, a peça pode esquentar. Veja a figura. O capacitor variável da foto é bem maior do que aqueles que costumamos encontrar nas lojas de eletrônica em São Paulo, portanto não se preocupe com isso.

(imagem)

14. Soldando a bobina.

A bobina é aquela mesma que você fabricou com o fio de cobre no "passo 6". Verifique de os pés de sua bobina estão bem lixados para que grudem bem na solda. Ela deve ser soldada entre o ret.1 e o ret.2. Você pode fazer isso usando o mesmo jack que você usou para moldar a bobina segurando-a assim, em vez de usar um alicate. Com um alicate você pode terminar amassando a bobina. Não segure com os dedos, a bobina esquenta. Talvez seja necessário acrescentar um pingo de solda. Se não estiver grudando, lixe melhor os pés da bobina.

(imagem)

15. Solde os fios da bateria.

O conector para a bateria de 9volts tem dois fios saindo dele, um preto outro vermelho. O vermelho é o positivo, o preto é o negativo. Não encaixe a bateria no conector agora. A ponta desencapada do fio vermelho deve ser soldada ao ret.1. A ponta do fio preto deve ser fixada na placa-base, no ponto de solda que está logo acima do ret.1. Assim:

(imagem)

16. Solde a entrada de áudio.

O sinal de áudio vai entrar no transmissor através de um cabo que sai de um jack pequeno. Desencape a ponta desse cabo, retirando a camada de plástico externa. Você verá então que o cabo consiste em um (mono) ou dois (estéreo) fios encapados envoltos por uma redinha de fios metálicos trançados. Separe esses fios metálicos e enrole-os formando um fio separado. Desencape as pontas do(s) fio(s) interno(s). Se houver dois, enrole essas pontas formando uma só. Agora solde a ponta do fio interno ao ret.3, e solde a ponta dos fios externos á placa-base, num ponto de solda logo cima, assim:

(imagem)

Verifique que os fios de dentro e de fora não estejam encostando em nenhum ponto.

17. Fixando a antena.

Você está quase terminando a montagem. A antena vai permitir que o sinal transmitido chegue mais longe. Mas não é preciso que ela seja o mais linga possível. Cada frequência requer um comprimento de antena diferente, falaremos disso a seguir. Desencape 1 cm do cabo de antena e enrole os fios internos formando um fio só. Solde essa ponta sobre o ret.3.

(imagem)

18. Solde o transistor BC337

O transistor deve ser soldado na posição certa. É uma peça preta com três pernas. Ela tem também um lado chato. Dobre a perna do meio, que chamaremos de B, para o lado chato. Com este lado chato virado para você, chamaremos a perna da esquerda de C e a da direita de E. Dobre C para trás para e para o lado esquerdo e E para trás para o lado direito. É mais simples entender olhando a posição em que a peça deve ser soldada:

(imagem)

B fica no ret.4, E no ret.5 e C no ret.2.

19. Testando o transmisor

Agora você vai testar se seu transmissor funciona. Conecte a bateria no transmissor. Ligue o rádio e procure uma frequência vazia, em que só se ouça estática. Usando um palito de madeira o plástico (material não condutor), gire muito lentamente a chave que há no meio do capacitor variável. Essa chave é uma fenda pequena, talvez seja necessário fabricar um instumento de plástico para girá-la com mais facilidade. Vá girando bem lentamente, até que ouça a estática no seu rádio desaparecer. A posição da antena pode ajudar, em geral deve estar esticada. Agora conecte a entrada de áudio do seu transmissor a um aparelho de som qualquer, através da mesma entrada em que você normalmente conecta fones de ouvido. Ligue o som. Outro jeito de sintonizar é colocar uma música e procurá-la do dial. Boa transmissão! =D

Resolvendo problemas

  • Veja se todas as partes estão soldadas corretamente nos lugares certos.
  • Verifique se o capacitor polarizado está com o lado negativo para a esquerda.
  • Verifique se o capacitor variável está com a perna do meio sobre o ret.2 e as outras sobre a placa.
  • Se necessário use mais solda e fixe novamente as peças.
  • Veja se a bateria está carregada e conectada corretamente.

Se não ouvir nada ainda, nenhuma leve interferência, tente ainda:

  • Remova e reposicione o transistor, checando novamente a posição.
  • Busque outra frequência vazia no seu rádio e aumente o volume.
  • Peça ajuda

Dicas

  • Arrume uma caixinha para proteger seu transmissor, com saída para o plug e a antena. Faça uma separação entre a bateria e o transmissor, para que não encostem.
  • A frequência do transmissor varia conforme a carga da bateria.
  • O comprimento da antena varia de acordo com a frequência. Você pode tentar a seguinte fórmula: 300/frequência x 25 = comprimento em centímetros. Mas como a frequência varia muito...
Changed lines 280-282 from:
  • Este manual: Rizoma de Rádios Livres
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  • Este manual: Rizoma de Rádios Livres
January 28, 2008, at 11:56 PM by 143.106.35.156 - typ0
Changed lines 74-76 from:
  • 1 resistor de 27kΩ resistor (vermelho - violeta - laranja)
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  • 1 resistor de 27kΩ (vermelho - violeta - laranja)
December 11, 2007, at 07:39 PM by 143.106.35.156 -
Changed lines 110-111 from:

Libere espaço para trabalhar, uma mesa por exemplo. Separe todas as ferramentas e materiais necessários antes de começar.

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(imagem 2)

Libere espaço para trabalhar, uma mesa por exemplo. Separe todas as ferramentas e materiais necessários antes de começar.

Changed lines 118-119 from:

Separe e identifique cada uma das pecinhas, quais são os resistores, capacitores, os valores de cada um, etc. (imagem)Vamos nos referir às partes de cada peça como “pés” e “cabeça”: (imagem).

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(imagem 1)

Separe e identifique cada uma das pecinhas, quais são os resistores, capacitores, os valores de cada um, etc. Vamos nos referir às partes de cada peça como "pés" e "cabeça".

Changed lines 126-129 from:

Primeiro vamos montar a base do transmissor com a placa de cobre. Essa placa tem um lado de cobre, que é condutor, e o outro de resina. O lado condutor deve ficar para cima. Você precisa agora de um pedaço grande de mais ou menos 5 por 5,5cm, e cinco retangulinhos pequenos de mais 10 por 8 mm. Para cortar a placa é necessário medir e marcá-la com o estilete, até criar um sulco profundo o suficiente para que a placa quebre no lugar certo. Uma serrinha tico-tico pequena pode ser útil, mas se não tiver uma, o estilete resolve.

(imagem)

to:

(imagem 3)

Primeiro vamos montar a base do transmissor com a placa de cobre. Essa placa tem um lado de cobre, que é condutor, e o outro de resina. O lado condutor deve ficar para cima. Você precisa agora de um pedaço grande de mais ou menos 5 por 5,5cm, e cinco retangulinhos pequenos de mais 10 por 8 mm. Para cortar a placa é necessário medir e marcá-la com o estilete, até criar um sulco profundo o suficiente para que a placa quebre no lugar certo. Uma serrinha tico-tico pequena pode ser útil, mas se não tiver uma, o estilete resolve.

Changed lines 133-136 from:

(imagem)

Eis os pedaços prontos: (imagem)

to:
Changed lines 142-144 from:

Para facilitar as instruções de montagem vamos dar nomes/números aos retângulinhos: (imagem)

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Para facilitar as instruções de montagem vamos dar nomes/números aos retângulinhos.

December 09, 2007, at 09:52 PM by 143.106.35.156 -
Added lines 3-4:

Em construção

September 07, 2007, at 07:38 PM by 143.106.35.156 -
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  • 1 resistor de 470Ω (amarelo - violeta - preto)
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  • 1 resistor de 470Ω (amarelo - violeta - marrom)
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É aquele que tem a seguinte série de cores: amarelo, violeta, preto. Dobre as pernas dele para fazer os pezinhos. Este resistor

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É aquele que tem a seguinte série de cores: amarelo, violeta, marrom. Dobre as pernas dele para fazer os pezinhos. Este resistor

September 02, 2007, at 02:30 PM by 143.106.35.156 -
Changed lines 19-21 from:
Este pequenino transmissor tem vários "defeitos": raio pequeno de transmissão, baixa qualidade de som e uma freqüência relativamente instável. Estas características podem ser consideradas como um compromisso para ter, fácil e rapidamente, seu próprio transmissor, ou mesmo como uma escolha deliberada. Estes "defeitos" só são defeitos da perspectiva de transmissões convencionais do tipo "som estéreo e limpo para receber em qualquer lugar". Artistas poderiam levar isso para outras direções. De qualquer forma, você pode experimentar uma imaginação coletiva sem fios com este transmissor. - Tetsuo Kogawa
to:
Este pequenino transmissor tem vários "defeitos": raio pequeno de transmissão, baixa qualidade de som e uma freqüência relativamente instável. Estas características podem ser consideradas como um compromisso para ter, fácil e rapidamente, seu próprio transmissor. De outra forma, também podem ser vistas como uma escolha deliberada. Estes "defeitos" só são defeitos da perspectiva de transmissões convencionais do tipo "som estéreo e limpo para receber em qualquer lugar". Artistas poderiam levar isso para outras direções. De qualquer forma, você pode experimentar uma imaginação coletiva sem fios com este transmissor. - Tetsuo Kogawa
September 02, 2007, at 02:28 PM by 143.106.35.156 -
Changed lines 116-117 from:

Primeiro vamos montar a base do transmissor com a placa de cobre. Essa placa tem um lado de cobre, que é condutor e o outro de resina. O lado condutor deve ficar para cima. Você precisa agora de um pedaço grande de mais ou menos 5 por 5,5cm, e cinco retâgulinhos pequenos de mais 10 por 8 mm. Para cortar a placa é necessário medir e marcá-la com o estilete, até criar um sulco profundo o suficiente para que a placa quebre no lugar certo. Uma serrinha tico-tico pequena pode ser útil, mas se não tiver uma, o estilete resolve.

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Primeiro vamos montar a base do transmissor com a placa de cobre. Essa placa tem um lado de cobre, que é condutor, e o outro de resina. O lado condutor deve ficar para cima. Você precisa agora de um pedaço grande de mais ou menos 5 por 5,5cm, e cinco retangulinhos pequenos de mais 10 por 8 mm. Para cortar a placa é necessário medir e marcá-la com o estilete, até criar um sulco profundo o suficiente para que a placa quebre no lugar certo. Uma serrinha tico-tico pequena pode ser útil, mas se não tiver uma, o estilete resolve.

September 02, 2007, at 02:04 PM by 143.106.35.156 -
Changed lines 104-105 from:

Transmissor passo a passo. Antes de começar o trabalho, leia todos os passos. Se está montando um transmissor pela primeira vez, antes de cada passo, releia as respectivas instruções. Se algo parecer errado, examine, volte atrás, consulte os amigos, refaça. Não requer prática nem habilidade.

to:

Transmissor passo a passo. Antes de começar o trabalho, leia todos os passos. Se está montando um transmissor pela primeira vez, antes de cada passo, releia as respectivas instruções. Se algo parecer errado, examine, volte atrás, consulte os amigos, refaça.

Changed lines 116-117 from:

Primeiro vamos montar a base do transmissor com a placa de cobre. Essa placa tem um lado de cobre, que é condutor e o outro de resina. O lado condutor deve ficar para cima. Você precisa agora de um pedaço grande de mais ou menos 5 por 5,5cm, e cinco retâgulinhos pequenos de mais 10 por 8 mm. Para cortar a placa é necessário medir e marcá-la com o estilete, até criar um sulco profundo o suficiente para que a placa quebre no lugar certo. Uma serrinha tico-tico pequena pode ser útil, mas se não tiver uma, o estilete resolve. Cuidado aí, não vá cortar o dedo.

to:

Primeiro vamos montar a base do transmissor com a placa de cobre. Essa placa tem um lado de cobre, que é condutor e o outro de resina. O lado condutor deve ficar para cima. Você precisa agora de um pedaço grande de mais ou menos 5 por 5,5cm, e cinco retâgulinhos pequenos de mais 10 por 8 mm. Para cortar a placa é necessário medir e marcá-la com o estilete, até criar um sulco profundo o suficiente para que a placa quebre no lugar certo. Uma serrinha tico-tico pequena pode ser útil, mas se não tiver uma, o estilete resolve.

Changed lines 146-148 from:

Encoste o ferro quente na placa de cobre e então encoste a ponta do fio de solda no ferro (o fio de solda parece um arame, mas derrete quando encostado no ferro, como se fosse de cera). A ponta do fio vai derreter e pingar na placa. Rapidinho você pega o jeito.

to:

Encoste o ferro quente na placa de cobre e então encoste a ponta do fio de solda no ferro (o fio de solda parece um arame, mas derrete como se fosse de cera quando encostado no ferro quente). A ponta do fio vai derreter e pingar na placa.

Changed line 174 from:

Dobre a pernas do resistor para fora, fazendo "pés". A distância entre um pé e outro deve ser de aporximadamente 1cm. Um pé do transmissor será

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Dobre a pernas do resistor para fora, fazendo "pés". A distância entre um pé e outro deve ser de aproximadamente 1cm. Um pé do transmissor será

Changed lines 201-204 from:
to:

10.

September 02, 2007, at 10:17 AM by 143.106.35.156 -
Changed lines 99-101 from:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/esquema.png

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http://wiki.radiolivre.org/pub/img/MiniTransmissorFM/esquema.png

August 20, 2007, at 02:39 PM by 143.106.35.156 -
Changed lines 139-140 from:

Para facilitar a soldagem das peças vamos preparar a base pingando solda em alguns pontos precisos, onde depois serão soldadas as peças. Temos que cobrir com uma fina camada de solda a superfície de cada um do retângulinhos pequenos, e deixar pontos precisos de solda na placa de baixo. Veja o mapa dos pontos de solda:

to:

Para facilitar a soldagem das peças, vamos preparar a base pingando solda em alguns pontos precisos, onde depois serão soldadas as peças. Temos que cobrir com uma fina camada de solda a superfície de cada um do retângulinhos pequenos, e deixar pontos precisos de solda na placa de baixo. Para facilitar vamos atribuir uma letra (A,B,C...) a cada ponto de solda. Veja o mapa dos pontos de solda:

Changed lines 143-144 from:

Usar um ferro de solda é simples. Deixe-o esquentar na base apropriada. Lembre-se que o ferro está muito quente, é fácil queimar os dedos, não esqueça de prestar atenção no que está fazendo. Encoste o ferro quente na placa de cobre e então encoste a ponta do fio de solda no ferro (o fio de solda parece um arame, mas derrete quando encostado no ferro, como se fosse de cera). A ponta do fio vai derreter e pingar na placa. Rapidinho você pega o jeito.

to:

Usar um ferro de solda é simples. Deixe-o esquentar na base apropriada. Lembre-se que o ferro está muito quente, é fácil queimar os dedos, não esqueça de prestar atenção no que está fazendo.

Encoste o ferro quente na placa de cobre e então encoste a ponta do fio de solda no ferro (o fio de solda parece um arame, mas derrete quando encostado no ferro, como se fosse de cera). A ponta do fio vai derreter e pingar na placa. Rapidinho você pega o jeito.

Changed lines 152-156 from:

(image)

6. Faça a sua própria bobina!

Pegue seu fio de cobre de 8mm. A bobina é uma espiral de 4 voltas, com mais ou menos 5 mm de diâmetro. O jeito mais fácil de fazer isso usando o plug de áudio como molde. Enrole 4 voltas de fio de cobre envolta do seu plug, bem justas, assim:

to:
Changed lines 154-156 from:

Olhando de cima você vê 4 vezes o fio. Se achar que não ficou bom, desenrole e enrole novamente. Corte as pontas e faça “pés” na sua bobina. Retire-a do plug com cuidado para não amassar. Para que depois a bobina possa ser soldada, você precisa lixar um pouco os pés da bobina para retirar uma camada plástica que protege o fio de cobre. Isso pode ser feito raspando os pés com um estilete. Assim: (imagem)

Eis a sua bobina pronta (deixe-a de lado junto com as otras peças):

to:

DICA: Para facilitar o trabalho, fixe a placa na mesa de trabalho com um rolinho de fita crepe.

6. Faça a sua própria bobina!

Pegue seu fio de cobre de 8mm. A bobina é uma espiral de 4 voltas, com mais ou menos 5 mm de diâmetro. O jeito mais fácil de fazer isso usando o plug de áudio como molde. Enrole 4 voltas de fio de cobre envolta do seu plug, bem justas, assim:

(imagem)

Olhando de cima você vê 4 vezes o fio. Se achar que não ficou bom, desenrole e enrole novamente. Corte as pontas e faça “pés” na sua bobina. Retire-a do plug com cuidado para não amassar. Para que depois a bobina possa ser soldada, você precisa lixar um pouco os pés da bobina para retirar uma camada plástica que protege o fio de cobre. Isso pode ser feito raspando os pés com um estilete. Assim:

(imagem)

Eis a sua bobina pronta (deixe-a de lado junto com as outras peças):

Changed lines 171-173 from:

Próximo (soldando o 1o resistor)

to:

7.Solde o resistor de 10KΩ

Encontre-o, é aquele que tem a seguinte série de cores: marrom, preto, laranja.

Dobre a pernas do resistor para fora, fazendo "pés". A distância entre um pé e outro deve ser de aporximadamente 1cm. Um pé do transmissor será soldado no retângulinho (ret.) 4, o outro pé será soldado no ponto de solda A, assim.

(imagem)

Esquente com o ferro a solda que cobre o ret. 4 e fixe aí um dos pés do resistor. Depois esquente o ponto de solda A e fixe o outro pé. Talvez seja necessário pingar um pouquinho mais de solda em cima, mas só o suficiente para que os pés fique fixos.

8. Solde o resistor de 470Ω

É aquele que tem a seguinte série de cores: amarelo, violeta, preto. Dobre as pernas dele para fazer os pezinhos. Este resistor de 470 Ohm deve ser soldado entre o ret.5 e o ponto de solda X que está logo abaixo dele. Repita o procedimento anterior para fixar os pés com a solda. Assim:

(imagem)

9. Solde o resistor de 27KΩ

É o que tem a a sequência de cores: vermelho, violeta, laranja.

Faça os pés e solde um pé no ret. 4 e um pé no ret.1. Assim:

(imagem)

August 09, 2007, at 06:20 PM by 143.106.35.156 -
Changed lines 104-161 from:
to:

Transmissor passo a passo. Antes de começar o trabalho, leia todos os passos. Se está montando um transmissor pela primeira vez, antes de cada passo, releia as respectivas instruções. Se algo parecer errado, examine, volte atrás, consulte os amigos, refaça. Não requer prática nem habilidade.

1. Prepare-se.

Libere espaço para trabalhar, uma mesa por exemplo. Separe todas as ferramentas e materiais necessários antes de começar.

2. Cheque a lista.

Separe e identifique cada uma das pecinhas, quais são os resistores, capacitores, os valores de cada um, etc. (imagem)Vamos nos referir às partes de cada peça como “pés” e “cabeça”: (imagem).

3. Corte a placa.

Primeiro vamos montar a base do transmissor com a placa de cobre. Essa placa tem um lado de cobre, que é condutor e o outro de resina. O lado condutor deve ficar para cima. Você precisa agora de um pedaço grande de mais ou menos 5 por 5,5cm, e cinco retâgulinhos pequenos de mais 10 por 8 mm. Para cortar a placa é necessário medir e marcá-la com o estilete, até criar um sulco profundo o suficiente para que a placa quebre no lugar certo. Uma serrinha tico-tico pequena pode ser útil, mas se não tiver uma, o estilete resolve. Cuidado aí, não vá cortar o dedo.

(imagem)

Para os pedacinhos pequenos, corte uma tira de 5cm por 8mm, e divida em cinco partes, marcando o sulco com o estilete e quebrando retângulinhos com um alicate.

(imagem)

Eis os pedaços prontos: (imagem)

4. Monte a placa.

Agora, com a super-cola, grude os pedacinhos pequenos sobre o lado acobreado da placa maior, todos com o lado de cobre para cima. Veja a disposição dos quadradinhos na imagem abaixo. Se estiver trabalhando em grupo, não tente espelhar o que está fazendo a pessoa ao lado. Baseie-se nesse desenho. (imagem).

Pingue uma gotinha de cola na placa grande e posicione o pedacinho pequeno em cima da cola, com cuidado para não colar os dedos. Se tentar pingar cola no pedacinho pequeno segurando-o entre os dedos, vai acabar colando o pedaço de placa na sua mão, o que não ajuda a montagem e o bom funcionamento do seu transmissor. A base do seu transmissor deve ficar assim: (imagem).

Para facilitar as instruções de montagem vamos dar nomes/números aos retângulinhos: (imagem)

5. Pontos de solda.

Para facilitar a soldagem das peças vamos preparar a base pingando solda em alguns pontos precisos, onde depois serão soldadas as peças. Temos que cobrir com uma fina camada de solda a superfície de cada um do retângulinhos pequenos, e deixar pontos precisos de solda na placa de baixo. Veja o mapa dos pontos de solda:

(imagem)

Usar um ferro de solda é simples. Deixe-o esquentar na base apropriada. Lembre-se que o ferro está muito quente, é fácil queimar os dedos, não esqueça de prestar atenção no que está fazendo. Encoste o ferro quente na placa de cobre e então encoste a ponta do fio de solda no ferro (o fio de solda parece um arame, mas derrete quando encostado no ferro, como se fosse de cera). A ponta do fio vai derreter e pingar na placa. Rapidinho você pega o jeito.

 (imagem).

Eis a sua a placa já com os pontos de solda: (image)

6. Faça a sua própria bobina!

Pegue seu fio de cobre de 8mm. A bobina é uma espiral de 4 voltas, com mais ou menos 5 mm de diâmetro. O jeito mais fácil de fazer isso usando o plug de áudio como molde. Enrole 4 voltas de fio de cobre envolta do seu plug, bem justas, assim: (imagem) Olhando de cima você vê 4 vezes o fio. Se achar que não ficou bom, desenrole e enrole novamente. Corte as pontas e faça “pés” na sua bobina. Retire-a do plug com cuidado para não amassar. Para que depois a bobina possa ser soldada, você precisa lixar um pouco os pés da bobina para retirar uma camada plástica que protege o fio de cobre. Isso pode ser feito raspando os pés com um estilete. Assim: (imagem)

Eis a sua bobina pronta (deixe-a de lado junto com as otras peças): (imagem).

Próximo (soldando o 1o resistor)

August 09, 2007, at 01:17 AM by 143.106.35.156 -
Changed lines 1-2 from:

Índice

to:

(:title Mini Transmissor FM:)

Índice

Changed lines 7-12 from:
to:
Added line 11:
Changed lines 17-18 from:

Este manual se propõe a ser uma extensão do manual Make your own BYP unit, com o objetivo de aumentar a quantidade de informações sobre o circuito e os componentes apresentado no manual original, de forma a ajudar na desmistificação do processo de construção de um transmissor FM.

to:

Este manual se propõe a ser uma tradução do manual Make your own BYP unit, com o objetivo adicional de apresentar referências sobre os componentes utilizados na construção do Mini Transmissor, de forma a ajudar na desmistificação do processo de construção de um transmissor FM.

Changed lines 49-142 from:

Componentes Utilizados

Resistores

O valor da resistência é identificado através de um código de faixas de cores impressas no corpo do resistor. O código de 4 cores é o mais utilizado: três cores identificam o valor da resistência e uma última cor indica o erro percentual nesse valor, ou seja, o quanto a resistência indicada pode variar.

A leitura é feita da esquerda para a direita. As duas primeiras faixas indicam o valor significativo da resistência e a terceira faixa é um multiplicador do valor significativo por potências de 10. A última faixa, como dito acima, é o erro máximo percentual do valor e geralmente é dourada ou prateada. A tabela de cores utilizada está reproduzida abaixo.

(:table border=1 width=600px cellspacing=0 :) (:cellnr:)Cor (:cell:)1a faixa (:cell:)2a faixa (:cell:)3a faixa (multiplicador) (:cell:)4a faixa (tolerância) (:cellnr bgcolor=black :) Preto (:cell bgcolor=black :) 0 (:cell bgcolor=black :) 0 (:cell bgcolor=black :) ×100 (:cell bgcolor=black :) (:cellnr bgcolor=#b8860b :) Marrom (:cell bgcolor=#b8860b :) 1 (:cell bgcolor=#b8860b :) 1 (:cell bgcolor=#b8860b :) ×101 (:cell bgcolor=#b8860b :) ±1% (:cellnr bgcolor=#ff0000 :) Vermelho (:cell bgcolor=#ff0000 :) 2 (:cell bgcolor=#ff0000 :) 2 (:cell bgcolor=#ff0000 :) ×102 (:cell bgcolor=#ff0000 :) ±2% (:cellnr bgcolor=#ffa500 :) Laranja (:cell bgcolor=#ffa500 :) 3 (:cell bgcolor=#ffa500 :) 3 (:cell bgcolor=#ffa500 :) ×103 (:cell bgcolor=#ffa500 :) (:cellnr bgcolor=#ffff00 :) Amarelo (:cell bgcolor=#ffff00 :) 4 (:cell bgcolor=#ffff00 :) 4 (:cell bgcolor=#ffff00 :) ×104 (:cell bgcolor=#ffff00 :) (:cellnr bgcolor=#9acd32 :) Verde (:cell bgcolor=#9acd32 :) 5 (:cell bgcolor=#9acd32 :) 5 (:cell bgcolor=#9acd32 :) ×105 (:cell bgcolor=#9acd32 :) ±0,5% (:cellnr bgcolor=#6495ed :) Azul (:cell bgcolor=#6495ed :) 6 (:cell bgcolor=#6495ed :) 6 (:cell bgcolor=#6495ed :) ×106 (:cell bgcolor=#6495ed :) ±0,25% (:cellnr bgcolor=#ee82ee :) Violeta (:cell bgcolor=#ee82ee :) 7 (:cell bgcolor=#ee82ee :) 7 (:cell bgcolor=#ee82ee :) ×107 (:cell bgcolor=#ee82ee :) ±0,1% (:cellnr bgcolor=#a0a0a0 :) Cinza (:cell bgcolor=#a0a0a0 :) 8 (:cell bgcolor=#a0a0a0 :) 8 (:cell bgcolor=#a0a0a0 :) ×108 (:cell bgcolor=#a0a0a0 :) ±0,05% (:cellnr:) Branco (:cell:) 9 (:cell:) 9 (:cell:) ×109 (:cell:) (:cellnr bgcolor=#ffd700 :) Dourado (:cell bgcolor=#ffd700 :) (:cell bgcolor=#ffd700 :) (:cell bgcolor=#ffd700 :) ×0,1 (:cell bgcolor=#ffd700 :) ±5% (:cellnr bgcolor=#c0c0c0 :) Prateado (:cell bgcolor=#c0c0c0 :) (:cell bgcolor=#c0c0c0 :) (:cell bgcolor=#c0c0c0 :) ×0,01 (:cell bgcolor=#c0c0c0 :) ±10% (:tableend:)

Vamos utilizar os resistores do minitransmissor como exemplo. Um resistor de 27KΩ deve ter as três primeiras faixas das cores vermelho, violeta e laranja, ou seja, 2, 7, ×103, o que dá 27.000. A letra K lê-se "quilo" e é uma abreviação para a terceira potência de 10, como em quilômetro, que são mil metros, ou quilograma, que são mil gramas.

Já um resistor com as primeiras três faixas das cores amarelo, violeta e marrom, tem seu valor de resistência dado por 4, 7, ×101, ou seja, 470Ω.

Capacitores

Transistor

Bobina

Breve introdução à radiofreqüência

to:
Changed line 63 from:
  • 1 pedaço de placa fenolite com um lado cobreado na seguinte dimensão (5.5 x 6.3 cm)
to:
  • 1 pedaço de placa fenolite com um lado cobreado na seguinte dimensão (5 x 10 cm)
Changed lines 84-85 from:
to:
  • cola tipo super-bonder
Changed line 87 from:
  • uma chave de fenda pequena de plástico para girar o capacitor variável (ou algo de formato semelhante)
to:
  • uma chave de ajuste pequena de plástico para girar o capacitor variável (ou algo de formato semelhante)
Deleted lines 94-95:

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/esquema.png

Changed lines 97-104 from:
to:

A placa de baixo em amarelo claro é uma parte da placa de fenolite, que deve ser cortada em tamanho aproximadamente 5 x 5,5 cm. Toda a parte amarelo clara é cobre, e portanto conduz corrente elétrica. Em cima da placa, pode-se ver cinco quadrados de cor mais escura, estes também são pedaços de placa de fenolite, mas foram colados sobre a placa grande criando cinco "ilhas" isoladas da placa de baixo.

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/esquema.png

Passo a passo

July 24, 2007, at 03:39 PM by 143.106.35.156 -
Changed lines 14-16 from:
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Changed lines 19-20 from:

Esta é uma nova versão do Manual de construção - Mini transmissor FM, que se propõe a aumentar a quantidade de informações sobre a montagem e o circuito apresentado no manual, de forma a ajudar na desmistificação do processo de construção de um transmissor FM.

to:

Este manual se propõe a ser uma extensão do manual Make your own BYP unit, com o objetivo de aumentar a quantidade de informações sobre o circuito e os componentes apresentado no manual original, de forma a ajudar na desmistificação do processo de construção de um transmissor FM.

Este pequenino transmissor tem vários "defeitos": raio pequeno de transmissão, baixa qualidade de som e uma freqüência relativamente instável. Estas características podem ser consideradas como um compromisso para ter, fácil e rapidamente, seu próprio transmissor, ou mesmo como uma escolha deliberada. Estes "defeitos" só são defeitos da perspectiva de transmissões convencionais do tipo "som estéreo e limpo para receber em qualquer lugar". Artistas poderiam levar isso para outras direções. De qualquer forma, você pode experimentar uma imaginação coletiva sem fios com este transmissor. - Tetsuo Kogawa
Changed lines 28-39 from:

O micro rádio costumava ser um compromisso de se evitar usar transmissores de alta potência por causa do orçamento ou da regulamentação. O primeiro micro rádio deliberado começou em meados dos anos 1970 na Itália. Como escreveu Felix Guattari, “des millions et des millions d’Alice en puissance”, cerca de mil estações de micro rádios livres apareceram junto com o movimento “Autonomia” na Itália e então influenciaram outros países, especialmente a França. Na Austrália a situação era diferente. Sob a esperta decisão do governo Whitlam, muitas cidades começaram a ter um novo tipo de estações de rádio comunitárias multi-linguísticas e multi-culturais no final dos anos 1970. No Japão, o boom das “Mini-FMs” teve início no começo dos anos 1980. Era um tipo totalmente diferente de micro rádio, rádio com transmissor de potência literalmente micro. Era um milagre que um micro rádio deste tipo realmente funcionasse como um rádio. Assim, a cena de micro rádio dos anos 80 era uma mistura das rádios livres italianas com um novo elemento do paradoxo tecnológico.

Depois do final dos anos 1980, micro estações “piratas” nos EUA entraram numa nova batalha legal contra a autoridade, por reivindicações populares: a Black Liberation Radio de Napoleon Williams em Illinois e também a Free Radio Berkeley de Stephen Dunifer ficaram famosas. Em 2000, a FCC (Comissão Federal de Comunicações) lançou uma nova categoria de licença, a “LPFM” (Low Power FM, FM de baixa potência). Isto significa que o micro rádio nos EUA está institucionalizado e também que aqueles que transmitem sem licença são considerados ilegais. O sonho inicial do paraíso do micro rádio acabou. Mesmo um tal micro domínio é agora controlado pelo sistema. Não seria nenhuma surpresa, pois atualmente todo o controle invade não só o espaço individual, mas também o cerebral. No entanto, ainda acredito que o micro rádio pode se situar em níveis diferentes do espaço institucionalizado.

O que se pretende dizer com micro? No núcleo dos movimentos, deveria ter implicado num significado diferente da mera extensão da potência de transmissão e da área de serviço. Ele conota algo qualitativamente diferente.

Ser grande ou pequeno no tamanho físico não é tão importante. Portanto, a mesma coisa que fazíamos num micro radio poderia acontecer numa grande estação. O micro rádio é uma alternativa às comunicações globais e às mídias de massas que poderia abranger o planeta com qualitativamente a mesma e padronizada informação. Agora que nosso espaço microscópico está sob vigilância, o micro rádio deveria prestar atenção em áreas ainda mais micro, mas qualitativamente mais “micro”. Para entender isso, você deve usar experimentalmente um transmissor de muito baixa potência.

Teoricamente, pode fazer a mesma coisa com um transmissor de alta potência, mas isso vai enganar a sua percepção do que é o micro, por que você tem sido circundado por numerosas transmissões de alta potência. Temos de usar uma espécie de “suporte fenomenológico” para perceber o que são as coisas.

A LPFM cobre até 100 watts. A “FM Comunitária” no Japão (que foi legalmente introduzida como uma “Mini FM” institucionalizada) permite 10 watts agora (no início até 1 watt). Penso que mesmo estes níveis de potência são demais para o micro radio. E quanto a um watt? E quanto a menos de um watt? Uma tal estação de rádio de micro-potência só poderia cobrir o raio de um bloco de rua ou um conjunto habitacional. Por que não? Leon Theremin mostrou um exemplo mínimo de micro rádio. Sua invenção é não só um instrumento musical, mas também um micro rádio.

to:

O micro rádio costumava ser um compromisso de se evitar usar transmissores de alta potência por motivos de orçamento ou de regulamentação. O primeiro micro rádio deliberado começou em meados dos anos 1970 na Itália. Como escreveu Felix Guattari, "des millions et des millions d’Alice en puissance" (milhões e milhões de Alices em potência), cerca de mil estações de micro rádios livres apareceram junto com o movimento "Autonomia" na Itália e então influenciaram outros países, especialmente a França. Na Austrália a situação era diferente. Sob a decisão esperta do governo Whitlam, muitas cidades começaram a ter um novo tipo de estações de rádio comunitárias multi-linguísticas e multi-culturais no final dos anos 70. No Japão, o boom das "Mini FMs" teve início no começo dos anos 1980. Era um tipo totalmente diferente de micro rádio: rádio com transmissor de potência literalmente micro. Era um milagre que um micro rádio deste tipo realmente funcionasse como um rádio. Assim, a cena do micro rádio dos anos 80 era uma mistura das rádios livres italianas com um novo elemento do paradoxo tecnológico.

Depois do final dos anos 1980, micro estações "piratas" nos EUA entraram numa nova batalha legal contra a autoridade, por reivindicações populares: a Black Liberation Radio de Napoleon Williams em Illinois e também a Free Radio Berkeley de Stephen Dunifer ficaram famosas. Em 2000, a FCC (Comissão Federal de Comunicações) criou uma nova categoria de licença, a "LPFM" (Low Power FM ou FM de baixa potência). Isto significa que o micro rádio nos EUA fica então institucionalizado e também que aqueles que transmitem sem licença são considerados ilegais. O sonho inicial do paraíso do micro rádio acabou. Mesmo um tal micro domínio é agora controlado pelo sistema. Não seria nenhuma surpresa, pois atualmente todo tipo de controle invade não só o espaço individual, mas também o cerebral. No entanto, ainda acredito que o micro rádio pode se situar em níveis diferentes do dos espaços institucionalizados.

O que se pretende dizer com micro? No núcleo dos movimentos, "micro" de micro rádio significava algo além da mera extensão da potência de transmissão e da área de serviço, conota algo qualitativamente diferente. Micro significa diverso, múltiplo, e polimorfo. Se micro não significa ser pequeno em tamanho físico, então até estações de rádios maiores em tamanho físico poderiam se tornar micro. O micro rádio é uma alternativa às comunicações globais e às mídias de massas que poderiam abranger o planeta com qualitativamente a mesma e padronizada informação. Mas até mesmo as mídias maiores nem sempre são mídias de massa.

Hoje em dia, nosso espaço microscópico está sob controle tecnológico e vigilância. Nosso espaço potencialmente diverso, múltiplo e polimorfo está quase homogeneizado numa massa. Desta forma, precisamos de esforço permanente para desconstruir esta situação. Para fazer isso, vale a pena tentar usar um transmissor com potência muito baixa. Um transmissor pequeno pode ser feito facilmente com suas próprias mãos. Mais do que isso. Teoricamente, você pode fazer o mesmo com um transmissor de alta potência, mas isto vai deturpar a sua percepção do que é o micro, porque você esteve rodeado por inúmeras transmissões de rádio convencional. Temos que usar um tipo de "suporte fenomenológico" para perceber o que as coisas são.

A LPFM cobre até 100 watts. A "FM Comunitária" no Japão (que foi legalmente introduzida como uma "Mini FM" institucionalizada) permite 10 watts agora (inicialmente, permitia até 1 watt). Penso que mesmo estes níveis de potência são demais para o micro radio. E quanto a um watt? E quanto a menos de um watt? Uma tal estação de rádio de micro-potência só poderia cobrir o raio de uma quadra ou de um conjunto habitacional. Por que não? Leon Theremin mostrou um exemplo mínimo de micro rádio. Sua invenção é não só um instrumento musical, mas também um micro rádio.

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Por que você não vai a uma estação de rádio assim como vai a teatros? O teatro de micro rádio poderia ser possível. As ondas de rádio cobrem apenas um espaço de moradia. Isso é o bastante. Tenho organizado festas de micro rádio. Isto é uma tentativa de converter um espaço em algo qualitativamente diferente através de um micro transmissor.

Comecemos com nosso próprio espaço íntimo. A mudança num espaço minúsculo poderia ressoar para espaços maiores, mas, sem mudanças microscópicas, nenhuma mudança radical pode acontecer.

Os meios alternativos tendem a estabelecer sua própria “base caseira” física. Mas, como argumenta Hakim Bey, a “base caseira” alternativa de hoje só é relevante como “Zona Autônoma Temporária (TAZ)”. Há uma outra forma: um método “em exílio”. Depois que a WBAI ficou controlada pelo dinheiro comercial, alguns dos programas, tais como “Democracy Now” começaram seu próprio programa com uma net.rádio e um micro rádio.

O “Democracy Now” alugou um espaço no Lower East Side de Nova York e seu programa foi transmitido como “WBAI em exílio” (“WBAI in Exile”). Penso que de certo modo o rádio radical sempre fez um bom trabalho num certo tipo de “exílio”: Radio Veritas, Manila nos anos 1980, e B92 nos anos 1990. A internet é basicamente um meio translocal. Diferentemente do meio impresso, o espaço existe temporariamente e está fora da posição geográfico-física. Quem se importa de onde você está transmitindo? Você pode manter um espaço “permanente” com seus ouvintes contanto que você e seus ouvintes concordem em se comunicar. Quando encontrei Amy Goodman do “Democracy Now” e perguntei se seu estilo de usar o low-tech (suas instalações e espaço do estúdio) poderia descender da cultura do micro rádio, ela negou minha pergunta como se eu não tivesse apreciado bastante suas atividades. É claro que não era isso o que queria dizer. Embora a WBAI esteja voltando novamente a ser uma autêntica estação de rádio radical, a forma “em exílio” de colaboração (onde micro unidades independentes em exílio podem se ligar em conjunto) é muito mais nova e viável. Dadas as várias tecnologias “globais” de conexão e retransmissão, o micro rádio é de tamanho suficiente para uma unidade de estação de rádio.

Como um meio para cobrir áreas mais extensas, as ondas de rádio são destrutivas e não-ecológicas. A rádio grande não é mais necessária. Cedo ou tarde, as grandes e globais tecnologias de comunicação serão integradas na internet. O rádio, a televisão e o telefone se tornarão nodos locais para ela. Conseqüentemente, os globalistas descartarão tais meios existentes. Um novo tipo de terminal multimídia conectando à internet vai surgir. Então será o tempo em que o rádio e a televisão (e mesmo o telefone) deverão reencontrar sua própria possibilidade emancipatória. A estação de micro rádio vai reencontrar uma possibilidade de congregar pessoas em espaços como o teatro e o clube. Ele não rejeitará os meios globais, mas os utilizará como meios de conexão e formação de rede. Pelo micro-meio translocal, mesmo os meios globais poderiam se tornar polimorfos e diferentes (não apenas nos conteúdos mas igualmente no modo de fazer com que as pessoas se encontrem).

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Por que você não vai a uma estação de rádio assim como vai a teatros? O teatro de micro rádio poderia ser possível. As ondas de rádio cobrem apenas o espaço de uma casa. Isso é o bastante. Tenho organizado festas de micro rádio. Isto é uma tentativa de converter um espaço em algo qualitativamente diferente através de um micro transmissor.

Comecemos com nosso próprio espaço íntimo. A mudança num espaço minúsculo poderia ressoar para espaços maiores, mas, sem mudanças microscópicas, nenhuma mudança radical é possível.

Os meios alternativos tendem a estabelecer sua própria "base caseira" física. Mas, como argumenta Hakim Bey, a "base caseira" alternativa de hoje só é relevante como "Zona Autônoma Temporária (T.A.Z.)". Há uma outra forma: um método "em exílio". Depois que a WBAI começou a ser controlada por dinheiro comercial, alguns de seus programas, tais como o "Democracy Now" começaram seu próprio programa com uma webrádio e um micro rádio. O "Democracy Now" alugou um espaço no Lower East Side de Nova York e seu programa foi transmitido como "WBAI em exílio". Penso que de certo modo o rádio radical sempre fez um bom trabalho num certo tipo de "exílio": a Radio Veritas, a Manila nos anos 80, e a B92 nos anos 90. A internet é basicamente um meio translocal. Diferentemente do meio impresso, o espaço existe temporariamente e está fora da posição física-geográfica. Quem se importa de onde você está transmitindo? Você pode manter um espaço "permanente" com seus ouvintes contanto que você e seus ouvintes concordem em se comunicar. Quando encontrei Amy Goodman do "Democracy Now" e perguntei se seu estilo de usar o low-tech (suas instalações e espaço do estúdio) poderia ter derivado da cultura do micro rádio, ela negou minha pergunta como se eu não tivesse gostado o bastante de suas atividades. É claro que não era isso o que queria dizer. Embora a WBAI esteja voltando novamente a ser uma autêntica estação de rádio radical, a forma "em exílio" de colaboração (onde micro unidades independentes em exílio podem se ligar em conjunto) é muito mais nova e viável. Dadas as várias tecnologias "globais" de conexão e retransmissão, o micro rádio é de tamanho suficiente para uma unidade de estação de rádio.

Como um meio para cobrir áreas mais extensas, as ondas de rádio são cheias de desperdício e não-ecológicas. A rádio grande não é mais necessária. Cedo ou tarde, as tecnologias de comunicação grandes e globais serão integradas à internet. O rádio, a televisão e o telefone se tornarão nodos locais para ela. Conseqüentemente, os globalistas descartarão tais meios existentes. Um novo tipo de terminal multimídia conectando à internet vai surgir. Então será o tempo em que o rádio e a televisão (e mesmo o telefone) deverão reencontrar sua própria possibilidade emancipatória. A estação de micro rádio vai reencontrar uma possibilidade de ser um espaço onde congregar pessoas, como o teatro e o clube. Ela não rejeitará os meios globais, mas os utilizará como meios de conexão e formação de rede. Pelo micro-meio translocal, mesmo os meios globais poderiam se tornar polimorfos e diversos (não apenas nos conteúdos mas igualmente no modo de fazer com que as pessoas se encontrem).

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Tradução de Ricardo Rosas

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Antes de iniciar a construção do Mini Transmissor, apresentamos o esquema de montagem do circuito, não só para referência, mas também para que se tenha uma idéia do objetivo a ser atingido.

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Antes de iniciar a construção do Mini Transmissor, apresentamos o esquema de montagem do circuito, não só para referência, mas também para que se tenha uma idéia do objetivo a ser atingido.

Créditos

  • Diagrama do transmissor: Tetsuo Kogawa
  • Tradução do Manifesto do Micro Rádio: Ricardo Rosas e Rizoma de Rádios Livres
  • Manual original: Lotte Meijer, disponível aqui
  • Este manual: Rizoma de Rádios Livres

Licença

Este manual está licenciado sob a licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike Holanda.

July 24, 2007, at 11:56 AM by 143.106.35.156 -
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O valor da resistência é identificado através de um código de faixas de cores impressas no corpo do resistor. Geralmente, utiliza-se um código de três cores para identificar o valor da resistência e mais uma cor (prateado ou dourado) para identificar o erro máximo percentual do valor.

Para fazer a leitura, a faixa dourada ou prateada deve sempre estar à direita do código de cores sendo lido. As primeiras duas faixas identificam os dois valores significativos e a terceira faixa é um multiplicador de potências de 10.

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O valor da resistência é identificado através de um código de faixas de cores impressas no corpo do resistor. O código de 4 cores é o mais utilizado: três cores identificam o valor da resistência e uma última cor indica o erro percentual nesse valor, ou seja, o quanto a resistência indicada pode variar.

A leitura é feita da esquerda para a direita. As duas primeiras faixas indicam o valor significativo da resistência e a terceira faixa é um multiplicador do valor significativo por potências de 10. A última faixa, como dito acima, é o erro máximo percentual do valor e geralmente é dourada ou prateada. A tabela de cores utilizada está reproduzida abaixo.

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Vamos utilizar os resistores do minitransmissor como exemplo. Um resistor de 27KΩ deve ter as três primeiras faixas das cores vermelho, violeta e laranja, ou seja, 2, 7, ×103, o que dá 27.000. A letra K lê-se "quilo" e é uma abreviação para a terceira potência de 10, como em quilômetro, que são mil metros, ou quilograma, que são mil gramas.

Já um resistor com as primeiras três faixas das cores amarelo, violeta e marrom, tem seu valor de resistência dado por 4, 7, ×101, ou seja, 470Ω.

July 23, 2007, at 02:07 PM by 143.106.35.156 -
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  • uma bateira de 9V
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  • uma bateria de 9V
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O valor da resistência é identificado através de um código de faixas de cores impressas no corpo do resistor. Geralmente, utiliza-se um código de três cores para identificar o valor da resistência e mais uma cor (prateado ou dourado) para identificar o erro máximo percentual do valor.

Para fazer a leitura, a faixa dourada ou prateada deve sempre estar à direita do código de cores sendo lido. As primeiras duas faixas identificam os dois valores significativos e a terceira faixa é um multiplicador de potências de 10.

(:table border=1 width=600px cellspacing=0 :) (:cellnr:)Cor (:cell:)1a faixa (:cell:)2a faixa (:cell:)3a faixa (multiplicador) (:cell:)4a faixa (tolerância) (:cellnr bgcolor=black :) Preto (:cell bgcolor=black :) 0 (:cell bgcolor=black :) 0 (:cell bgcolor=black :) ×100 (:cell bgcolor=black :) (:cellnr bgcolor=#b8860b :) Marrom (:cell bgcolor=#b8860b :) 1 (:cell bgcolor=#b8860b :) 1 (:cell bgcolor=#b8860b :) ×101 (:cell bgcolor=#b8860b :) ±1% (:cellnr bgcolor=#ff0000 :) Vermelho (:cell bgcolor=#ff0000 :) 2 (:cell bgcolor=#ff0000 :) 2 (:cell bgcolor=#ff0000 :) ×102 (:cell bgcolor=#ff0000 :) ±2% (:cellnr bgcolor=#ffa500 :) Laranja (:cell bgcolor=#ffa500 :) 3 (:cell bgcolor=#ffa500 :) 3 (:cell bgcolor=#ffa500 :) ×103 (:cell bgcolor=#ffa500 :) (:cellnr bgcolor=#ffff00 :) Amarelo (:cell bgcolor=#ffff00 :) 4 (:cell bgcolor=#ffff00 :) 4 (:cell bgcolor=#ffff00 :) ×104 (:cell bgcolor=#ffff00 :) (:cellnr bgcolor=#9acd32 :) Verde (:cell bgcolor=#9acd32 :) 5 (:cell bgcolor=#9acd32 :) 5 (:cell bgcolor=#9acd32 :) ×105 (:cell bgcolor=#9acd32 :) ±0,5% (:cellnr bgcolor=#6495ed :) Azul (:cell bgcolor=#6495ed :) 6 (:cell bgcolor=#6495ed :) 6 (:cell bgcolor=#6495ed :) ×106 (:cell bgcolor=#6495ed :) ±0,25% (:cellnr bgcolor=#ee82ee :) Violeta (:cell bgcolor=#ee82ee :) 7 (:cell bgcolor=#ee82ee :) 7 (:cell bgcolor=#ee82ee :) ×107 (:cell bgcolor=#ee82ee :) ±0,1% (:cellnr bgcolor=#a0a0a0 :) Cinza (:cell bgcolor=#a0a0a0 :) 8 (:cell bgcolor=#a0a0a0 :) 8 (:cell bgcolor=#a0a0a0 :) ×108 (:cell bgcolor=#a0a0a0 :) ±0,05% (:cellnr:) Branco (:cell:) 9 (:cell:) 9 (:cell:) ×109 (:cell:) (:cellnr bgcolor=#ffd700 :) Dourado (:cell bgcolor=#ffd700 :) (:cell bgcolor=#ffd700 :) (:cell bgcolor=#ffd700 :) ×0,1 (:cell bgcolor=#ffd700 :) ±5% (:cellnr bgcolor=#c0c0c0 :) Prateado (:cell bgcolor=#c0c0c0 :) (:cell bgcolor=#c0c0c0 :) (:cell bgcolor=#c0c0c0 :) ×0,01 (:cell bgcolor=#c0c0c0 :) ±10% (:tableend:)

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Lista de materiais

Para fazer o transmissor, você irá precisar dos seguintes componentes:

  • 1 pedaço de fio de antena (1m)
  • 1 fio de 10 cm de cobre com diâmetro de 0.8mm
  • 1 conector para bateria de 9V
  • 1 pedaço de placa fenolite com um lado cobreado na seguinte dimensão (5.5 x 6.3 cm)
  • 1 plugue de áudio de 3,5mm com cabo.
  • 1 transistor BC337
  • 2 capacitores de 0.01µF
  • 1 capacitor de 10pF
  • 1 capacitor polarizado de 1µF
  • 1 trimer de 20pF
  • 1 resistor de 470Ω (amarelo - violeta - preto)
  • 1 resistor de 10kΩ (marrom - preto - laranja)
  • 1 resistor de 27kΩ resistor (vermelho - violeta - laranja)

Lista de ferramentas

  • alicate de bico (para prender e dobrar as peças)
  • alicate de corte (para cortar os pés)
  • estilete
  • ferro de solda
  • esponja de solda (ou algodão) para limpar o ferro de solda
  • descanso do ferro de solda
  • arame de solda (quanto mais fino melhor)

Para usar e testar o transmissor:

  • uma chave de fenda pequena de plástico para girar o capacitor variável (ou algo de formato semelhante)
  • um dispositivo de som com saída P2 de 3.5mm
  • um rádio
  • uma bateira de 9V
July 23, 2007, at 12:46 PM by 143.106.35.156 -
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Introdução

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Um manifesto do Micro Rádio

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Um manifesto do Micro Rádio

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Esquema

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/esquema.png

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Componentes Utilizados

Resistores

Capacitores

Transistor

Bobina

Breve introdução à radiofreqüência

Esquema

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/esquema.png

Antes de iniciar a construção do Mini Transmissor, apresentamos o esquema de montagem do circuito, não só para referência, mas também para que se tenha uma idéia do objetivo a ser atingido.

July 23, 2007, at 12:08 PM by 143.106.35.156 -
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Introdução

Esta é uma nova versão do Manual de construção - Mini transmissor FM, que se propõe a aumentar a quantidade de informações sobre a montagem e o circuito apresentado no manual, de forma a ajudar na desmistificação do processo de construção de um transmissor FM.

Um manifesto do Micro Rádio

por Tetsuo Kogawa

O micro rádio costumava ser um compromisso de se evitar usar transmissores de alta potência por causa do orçamento ou da regulamentação. O primeiro micro rádio deliberado começou em meados dos anos 1970 na Itália. Como escreveu Felix Guattari, “des millions et des millions d’Alice en puissance”, cerca de mil estações de micro rádios livres apareceram junto com o movimento “Autonomia” na Itália e então influenciaram outros países, especialmente a França. Na Austrália a situação era diferente. Sob a esperta decisão do governo Whitlam, muitas cidades começaram a ter um novo tipo de estações de rádio comunitárias multi-linguísticas e multi-culturais no final dos anos 1970. No Japão, o boom das “Mini-FMs” teve início no começo dos anos 1980. Era um tipo totalmente diferente de micro rádio, rádio com transmissor de potência literalmente micro. Era um milagre que um micro rádio deste tipo realmente funcionasse como um rádio. Assim, a cena de micro rádio dos anos 80 era uma mistura das rádios livres italianas com um novo elemento do paradoxo tecnológico.

Depois do final dos anos 1980, micro estações “piratas” nos EUA entraram numa nova batalha legal contra a autoridade, por reivindicações populares: a Black Liberation Radio de Napoleon Williams em Illinois e também a Free Radio Berkeley de Stephen Dunifer ficaram famosas. Em 2000, a FCC (Comissão Federal de Comunicações) lançou uma nova categoria de licença, a “LPFM” (Low Power FM, FM de baixa potência). Isto significa que o micro rádio nos EUA está institucionalizado e também que aqueles que transmitem sem licença são considerados ilegais. O sonho inicial do paraíso do micro rádio acabou. Mesmo um tal micro domínio é agora controlado pelo sistema. Não seria nenhuma surpresa, pois atualmente todo o controle invade não só o espaço individual, mas também o cerebral. No entanto, ainda acredito que o micro rádio pode se situar em níveis diferentes do espaço institucionalizado.

O que se pretende dizer com micro? No núcleo dos movimentos, deveria ter implicado num significado diferente da mera extensão da potência de transmissão e da área de serviço. Ele conota algo qualitativamente diferente.

Ser grande ou pequeno no tamanho físico não é tão importante. Portanto, a mesma coisa que fazíamos num micro radio poderia acontecer numa grande estação. O micro rádio é uma alternativa às comunicações globais e às mídias de massas que poderia abranger o planeta com qualitativamente a mesma e padronizada informação. Agora que nosso espaço microscópico está sob vigilância, o micro rádio deveria prestar atenção em áreas ainda mais micro, mas qualitativamente mais “micro”. Para entender isso, você deve usar experimentalmente um transmissor de muito baixa potência.

Teoricamente, pode fazer a mesma coisa com um transmissor de alta potência, mas isso vai enganar a sua percepção do que é o micro, por que você tem sido circundado por numerosas transmissões de alta potência. Temos de usar uma espécie de “suporte fenomenológico” para perceber o que são as coisas.

A LPFM cobre até 100 watts. A “FM Comunitária” no Japão (que foi legalmente introduzida como uma “Mini FM” institucionalizada) permite 10 watts agora (no início até 1 watt). Penso que mesmo estes níveis de potência são demais para o micro radio. E quanto a um watt? E quanto a menos de um watt? Uma tal estação de rádio de micro-potência só poderia cobrir o raio de um bloco de rua ou um conjunto habitacional. Por que não? Leon Theremin mostrou um exemplo mínimo de micro rádio. Sua invenção é não só um instrumento musical, mas também um micro rádio.

Dada a era dos vários meios globais como as comunicações via satélite e a internet, o micro rádio pode se concentrar em seu mais autêntico território: o espaço da onda de rádio microscópica.

Por que você não vai a uma estação de rádio assim como vai a teatros? O teatro de micro rádio poderia ser possível. As ondas de rádio cobrem apenas um espaço de moradia. Isso é o bastante. Tenho organizado festas de micro rádio. Isto é uma tentativa de converter um espaço em algo qualitativamente diferente através de um micro transmissor.

Comecemos com nosso próprio espaço íntimo. A mudança num espaço minúsculo poderia ressoar para espaços maiores, mas, sem mudanças microscópicas, nenhuma mudança radical pode acontecer.

Os meios alternativos tendem a estabelecer sua própria “base caseira” física. Mas, como argumenta Hakim Bey, a “base caseira” alternativa de hoje só é relevante como “Zona Autônoma Temporária (TAZ)”. Há uma outra forma: um método “em exílio”. Depois que a WBAI ficou controlada pelo dinheiro comercial, alguns dos programas, tais como “Democracy Now” começaram seu próprio programa com uma net.rádio e um micro rádio.

O “Democracy Now” alugou um espaço no Lower East Side de Nova York e seu programa foi transmitido como “WBAI em exílio” (“WBAI in Exile”). Penso que de certo modo o rádio radical sempre fez um bom trabalho num certo tipo de “exílio”: Radio Veritas, Manila nos anos 1980, e B92 nos anos 1990. A internet é basicamente um meio translocal. Diferentemente do meio impresso, o espaço existe temporariamente e está fora da posição geográfico-física. Quem se importa de onde você está transmitindo? Você pode manter um espaço “permanente” com seus ouvintes contanto que você e seus ouvintes concordem em se comunicar. Quando encontrei Amy Goodman do “Democracy Now” e perguntei se seu estilo de usar o low-tech (suas instalações e espaço do estúdio) poderia descender da cultura do micro rádio, ela negou minha pergunta como se eu não tivesse apreciado bastante suas atividades. É claro que não era isso o que queria dizer. Embora a WBAI esteja voltando novamente a ser uma autêntica estação de rádio radical, a forma “em exílio” de colaboração (onde micro unidades independentes em exílio podem se ligar em conjunto) é muito mais nova e viável. Dadas as várias tecnologias “globais” de conexão e retransmissão, o micro rádio é de tamanho suficiente para uma unidade de estação de rádio.

Como um meio para cobrir áreas mais extensas, as ondas de rádio são destrutivas e não-ecológicas. A rádio grande não é mais necessária. Cedo ou tarde, as grandes e globais tecnologias de comunicação serão integradas na internet. O rádio, a televisão e o telefone se tornarão nodos locais para ela. Conseqüentemente, os globalistas descartarão tais meios existentes. Um novo tipo de terminal multimídia conectando à internet vai surgir. Então será o tempo em que o rádio e a televisão (e mesmo o telefone) deverão reencontrar sua própria possibilidade emancipatória. A estação de micro rádio vai reencontrar uma possibilidade de congregar pessoas em espaços como o teatro e o clube. Ele não rejeitará os meios globais, mas os utilizará como meios de conexão e formação de rede. Pelo micro-meio translocal, mesmo os meios globais poderiam se tornar polimorfos e diferentes (não apenas nos conteúdos mas igualmente no modo de fazer com que as pessoas se encontrem).

(24 de novembro de 2002 - 7 de maio de 2003)

Tradução de Ricardo Rosas

Esquema

http://wiki.radiolivre.org/pub/img/esquema.png

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